segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Uma viagem no raio de um sol adentrante da porta da sacada.



Malas embaralhadas à porta da rua.
Vivia na alameda do sonho;

Acordara atravessada por entremeios
Entrecruzados na esquina do agora.

Que espera? Nada. Não espera.
Vai indo parada. Olhando as avenidas

Entrecruzadas.

Se vai adiante, segue dois caminhos.
Estatica: dois caminhos.

É o sino que toca
É a sina que enrosca na gente.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Arquitetos





Desatino em descaminho
Outra vez.

Tez molhada, um incenso...
Rezo em contra-tempos
Que é pra desmarcar as horas do dia.

Espero um silêncio cálido...
Palavras de fim de tarde,
Vendo o  pôr-do-sol em companhia.

Alguém que desperta:
tira as cortinas das janelas
E entreolhares.

Planos de ar... que tetos!
Sofá, cama, mesa de centro:
Madeira de demolição pra construir a vida.

Me aqueço na lareira da tua casa:

Meu desatino,
Meu descaminho...