segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Arquitetos





Desatino em descaminho
Outra vez.

Tez molhada, um incenso...
Rezo em contra-tempos
Que é pra desmarcar as horas do dia.

Espero um silêncio cálido...
Palavras de fim de tarde,
Vendo o  pôr-do-sol em companhia.

Alguém que desperta:
tira as cortinas das janelas
E entreolhares.

Planos de ar... que tetos!
Sofá, cama, mesa de centro:
Madeira de demolição pra construir a vida.

Me aqueço na lareira da tua casa:

Meu desatino,
Meu descaminho...

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