sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Imo




Linha que datilografa o destino,
Foto que não tenho na estampa
À colcha em céus retalhada...
De olhares perdidos, abnegação :
Do que foi, do que tinha sido
(ou era pra ser, sabe-se lá...) ...
E um destino deflagrado e deflorado
E bem traçado, em mãos de costura:
Desenrolado carretel, a-dentro
Profunda maceração de morangos
De rugas, marcas... de queda livre...
Salto, alto; aguacera abaixo, espera
Com lençol posto na cama,
Mas em todos os segundos,
Todo amor.






*
**E pra quem quiser ouvir Imo, a poesia declamada, acessem: 
http://www.divshare.com/download/16713885-d35

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