terça-feira, 19 de julho de 2011

Desenvolvimento


Morresse, em cada pedasso mal vivido um sorriso que fora dado, as maos desdadas, o corpo desnudo esperando a proxima vez em que se há de poder construir – de areia – a casinha de princesa novamente. Espasmo. Respira. Respira. Respira. Trauma. Calma. Cautela. De novo:

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Descordada, desacordava se ouvia uma resposta por que não podia a pergunta. E dirigindo a divergência sempre pro fundo. Buraco da alma em que se recicla os fatos... Mãos. Nãos. Pés. Corpos que pela ausência de entrecaixes se entrebatiam. Choque. Respira. Respira. Respira. Trauma. Calma. Cautela. De novo:

...

Olhava as beiras a esmo. O beiral que continha em si, defecado pelos pardais que a rondavam, sujavam-na mais que qualquer outro olhar que vinha de dentro. Máscara. Relutava, as vezes, o silencio que não tinha. Um não querer quase querido. Res pira. Res... pira, ... pira. Trauma. Calma. Cautela. De novo:

2 comentários:

  1. Julia, dessa ve vc se superou... Adorei esse texto

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  2. Obrigada Felipe!!! e Feliz dia do amigo!!! Saudade!

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